INEVITÁVEL

Posted: 24 de Setembro de 2011 in Arquitectura
by Ricardo Pereira

by Ricardo Pereira

Observação

Esta criação resulta na observação de um quadro abstracto, no qual consegui ver este objecto que descreve um movimento suave que intercepta volumes de diferente materialidade.

Imagem  —  Posted: 2 de Fevereiro de 2013 in Uncategorized
Etiquetas:, ,

Posted: 10 de Outubro de 2011 in Uncategorized

Este slideshow necessita de JavaScript.

RETRATO

Posted: 9 de Outubro de 2011 in Uncategorized

Ricardo Pereira

Posted: 24 de Setembro de 2011 in Arquitectura

A pequena GRANDE Flor

A mais de metade da caminhada pela superfície terrestre adquirimos a consciência de que foram apenas alguns dias de plena bonança, dias triunfais, repletos de felicidade, no entanto choca-mos de imediato com a percepção de que os dias de turbulência envoltos numa correria magna são muito mais pertinentes/presentes, quase fazendo parte do quotidiano. Valerá a pena a luta constante ou a perda do primordial do primeiro terço da nossa vida para adquirir-mos uma posição social? ‘Status’ de vida que nos faz perder valores de vivência em comunidade. ‘Status’ esse que é antónimo da vida zen?

Porque não tirar partido da pequena flor que cresce na berma da estrada junto ao passeio à espera de ser calcada?

Aprende-se que com esta flor que vive à margem da rebelião dos nossos dos nossos dias, que tem uma capacidade extrema de estar num cosmos próprio onde não luta pela posição social, apenas nasce com o intuito de aproveitar o tempo em que respira, vivendo desfrutando do presente e não a pensar que cor estarão as pétalas no ano seguinte.

Segundo consta só estamos de passagem, porque não desfrutar dando mais valor à pequena flor? Até mesmo à própria saúde, sim, porque só lhe damos o devido valor quando sentimos falta dela. Aproveitar enquanto temos consciência e possibilidade de o fazer.

Apesar de tudo não consigo viver como a pequena flor, mas consigo olhar esteticamente para as coisas, tendo esta consciência consigo ver/dar um valor estético a objectos vulgares/comuns. Não é preciso perder a sanidade mental para começar a ver desta forma, apenas é necessário enquadrar um objecto comum ou natural num outro campo que não seja o dele e olha-lo sugando-lhe as qualidades sensíveis. Ter a sorte de poder fazer isto é ler a aparência, ter consciência de como os sentidos reagem perante o objecto, é saber entrar no cosmo do objecto.

Ricardo Pereira